Concessão de pesca – Rio Neiva – Plano de exploração

Concessão de pesca – Rio Neiva – Plano de exploração

Nem podia ser mais a pedido do freguês 🙂 Depois deste assunto ter sido ventilado por estas bandas na semana passada, já temos resultados práticos em termos de publicação do plano de exploração da concessão de pesca desportiva do Rio Neiva pelo ICNF. Enfim, mais vale tarde do que nunca …, mas vamos então ver o que se irá passar nesta primeira concessão do Neiva:

Como podem ver, esta concessão em pouco destoa daquilo que é a prática comum da maior parte das outras congéneres. Nada de número de telefone para contacto ou marcações de quem mora longe. Compra de licenças, só aos sábados, e entre as 15 e as 17 horas, que isto “não é para quem quer, mas só para quem pode”.

Acredito que se possa pescar todos os dias, pois nada é dito no plano de exploração, e como tal só este espaço temporal para se comprar licenças é mais do que adequado!! Claramente!! Algures em Marrancos … Um luxo 🙂 🙂

Quanto aos preços, nem vou comentar, porque seria ridículo estar sempre a falar no mesmo. Entre os 5 euros e os 50 cêntimos, venha o artista e escolha.

Bem, mas nem tudo são aspectos negativos. Alguns aspectos a caminhar para o positivo: apenas 20 licenças diárias, uma repartição das licenças entre residentes e não residentes que não é tão má como a de outras concessões em locais de primeira linha, e a limitação da captura de trutas a 6 exemplares diários.

Truta 30cm Rio Neiva

No global, e em termos genéricos, temos mais do mesmo. Importa é controlar a gestão desta associação e verificar que tipo de repovoamentos é que vão ser realizados. Como já foi ventilado neste site, as trutas do Neiva ainda têm alguma pureza genética e portanto, convinha manter esse património. Os repovoamentos só devem ser autorizados se forem realizados com ovos fertilizados de exemplares indígenas.

Para quem estar a pensar visitar esta concessão, aqui fica esta informação …

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Informação sobre o autor

Pescador de trutas desde os 18 anos. Tem uma forte dedicação ao spinning com colher e peixes artificiais, tendo pescado em Portugal, Espanha e no Reino Unido. Actualmente, pesca sobretudo na zona do Minho, Gerês e Centro do país.