Nos dias 24 e 25 de Abril terão lugar no Rio Côa, na zona do Sabugal, a 5ª e 6ª provas do Nacional de pesca à truta com isco artificial. Estas etapas do nacional irão decorrer no troço de pesca sem morte, localizado entre a ponte do açude e o paredão da Barragem da zona pesca concessionada com alvará nº 249/2009. As provas irão decorrer no seguinte horário: entre as 8h30 e as 18h00.
Já no próximo fim de semana, dias 17 e 18 de Abril, decorrerão também a 5ª e 6ª provas do Nacional de pesca à truta com isco natural. Estas provas irão decorrer exactamente nas mesmas condições e locais previstos para as provas do nacional com isco artificial. O cartaz dos dois eventos aparece na foto abaixo.

A registar, que de modo a garantir o sucesso destas provas do nacional está prevista a realização de um repovoamento com 200 quilos de trutas. A organização destes eventos está a cargo da Associação Regional das Beiras de Pesca Desportiva e da Federação Portuguesa de Pesca Desportiva, com a colaboração da Câmara Municipal do Sabugal (CMS) e da Associação Côa Caça.
Para mais informações, podem utilizar o contacto: 271 751 040


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Na etapa do Nacional de Pesca à Truta com isco artificial realizada no Sabugal participaram 22 pescadores. A maior parte deste pescadores era oriundo da Zona Norte do país, mais concretamente das Associações de Pesca de Viana do Castelo, Aveiro e Beira Litoral.
No total dos dois dias contabilizou-se a captura de 878 trutas. O rio Côa esteve no seu melhor e o grande vencedor da jornada de dois dias foi o pescador José Carmo da Associação de Pesca Desportiva do Vez (Arcos de Valdevez). Para ele aqui ficam os nossos parabéns por esta vitória!
Em que lugar ficaste???
🙂
Repovoamento com 200 Kg de trutas?. Pescar assim nem é desportivo nem é nada, vergonha de campeonato. Deveria ser feito numa zona com trutas selvagens, mas para isso os rios devem estar em boas condições, o que não acontece.
Não participo em competições de pesca à truta.
Primeiro, porque para mim a pesca à truta é um momento de relaxamento da vida quotidiana, algum convivio e de isolamento em equilibrio com a natureza. Para stress e competições já me chega a semana! Segundo, porque não aprecio a pesca massiva de trutas de ração. O que me entusiasma verdadeiramente é perseguir as trutas bravas e selvagens, que me colocam desafios com elevado nível de dificuldade e me põem a pensar. É mais importante o processo de captura do que os resultados finais em termos quantidade.
Mas isto é a minha opinião pessoal e compreendo perfeitamente que para determinadas pessoas a competição seja algo verdadeiramente emocionante e adequado ao seu perfil de pescador de trutas.
O problema seriam os efeitos do regime de pesca intensivo de uma competição sobre uma população de trutas bravas. Por favor, deixem-nas em paz 🙂 Abraço
E os efeitos genéticos das trutas repovoadas sobre a população local?, e as doenças?. De onde é que vêm essas trutas?, são autóctones?, pertencem à mesma linhagem que as trutas do rio Côa?, são pelo menos da bacia de algum rio português?. Foi a Federação Portuguesa de Pesca Desportiva a responsável?. De onde é que as trouxe?. Duvido muito que a Direcção Geral das Florestas tenha reprodutores autóctones apanhados no próprio rio. O mais provável é que a origem das trutas seja Centro-Europa, o que vai dar grandes danos ao misturarem-se com as selvagens, fundamentalmente aumento de mortandade por perda de adaptação ao médio, doenças, etc. Se calhar até nem são fario, e são arco-íris. Boa forma de matar o rio a média data.
Na minha opinião o Campeonato deve ser feito numa Concessão de Pesca Desportiva, sendo o alvo as trutas autóctones no próprio rio, muito difíceis de apanhar, o que implica poucas capturas. O dano pode ser minimizado se a cada pescador o acompanha um juiz, o que permite pesar e devolver o peixe ao rio. Se querem ter um grande número de capturas então comecem por tratar todos aqueles factores negativos que afectam aos rios. Não estou em contra de repovoamentos, acho-os necessários em muitos lugares, mas “bem” feitos, para garantirmos a sobrevivência e expansão da espécie.