Um dos maiores produtores mundiais de colheres de pesca é sem dúvida a Blue Fox. Esta divisão da Rapala destina-se à produção de amostras de alta qualidade com base nalgumas patentes que têm vindo a ser registadas ao longo do tempo. A presença da Rapala é tão dominante que existem algumas propostas, como a Vibrax Minnow Spin, que assenta na combinação entre uma colher e um peixe artificial marca Rapala. Algumas caracteristicas fundamentais das vibrax são sem dúvida o seu peso elevado, que permite lançamentos acima da média, e a sua capacidade de atracção sonora, potenciada por uma campanula no sistema de rotação do eixo.
Com o aproximar da temporada de 2011, e à semelhança das outras marcas de produtos de pesca, a Blue Fox resolveu apresentar no mercado algumas novidades em termos de iscos. Dentre as várias que estão disponiveis no seu site, vamos apenas tratar aquelas que são dirigidas aos pescadores de trutas.
As Vibrax Classic UV são uma dessas inovações. Adoptando como base uma colher clássica da Vibrax, a diferenciação deste modelo ocorre ao nível do acabamento da folha que é realizado com uma combinação de tintas fluorescentes e superficies reflectoras. Este modelo foi pensado para potenciar ao máximo a capacidade de atracção visual desta amostras, especialmente em zonas onde a luz é reduzida ou os peixes se estão alimentar com base em impressões visuais. Os tamanhos disponiveis (nº.s 3, 4, 5 e 6) destinam-se a exemplares de tamanho médio a grande.
Ao nível das Vibrax Classic puras, temos a destacar também a proposta de uma nova versão assente unicamente em folhas totalmente vermelhas. Apesar de não utilizar tintas fluorescentes, esta proposta também apela à capacidade visual dos peixes, tentando atrai-los com base numa cor berrante e que pretende emitar sangue. Como é do conhecimento geral, o vermelho tende a ser uma cor sobretudo bastante valorizada pelos pescadores, apesar de ainda existirem algumas dúvidas cientificas sobre se os peixes têm visão monocromática ou policromática. Para este tipo de modelo estão disponiveis tamanhos (do nº 0 ao 6) para todo o tipo de exemplares.
No global, as propostas da Vibrax não são demasiadamente inovadoras. Efectivamente, o modelo standard continua a ter enorme saída para a pesca à truta e as inovações apresentadas reflectem unicamente melhorias incrementais, ou seja, as mesmas propostas, mas com cores diferentes. Esta aposta visa sobretudo suscitar o interesse daquelas trutas que já estão cansadas de ver sempre os mesmos modelos e cores tradicionais da Vibrax. “Os olhos também comem … e as trutas não são excepção” 🙂




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A minha proposta para a proxima temporada e comprar outra vez todo o material partindo de zero, os ladroes limparam-me tudo, canas, carretos, centos de moscas e amostras; so me deixaram a roupa: o vadeador, as galochas, e os coletes. Postos no tema, que opiniao tem dos carretos de dupla manivela?, estava a pensar em comprar um shimano stradic; o que usei nestes dois ultimos anos foi um carreto da casa Barros, Xenos 2000, e nao ia mal, estava todo satisfeito com ele por ser produto nacional, mas agora que os larapios o levaram estou realmente a duvidar.
Agora, em Janeiro tenho tres semanas de ferias e vou nas calmas a Galiza buscar ao meu pai,traze-lo ca para Aveiro para que me ajude a plantar o meu pomar. Aproveitarei para comprar material para a pesca da truta, que por esta zona nao ha, como canas para pescar de fisga, uma boa “vara” de 8 metros para mosca seca, ninfa, e bicho da cera, moscas e colheres. Se alguem precisar alguma coisa e so dizer.Deve haver lojas de pesca de truta com bom material e preços arredor do distrito de Aveiro, em algum concelho de Viseu e Coimbra, com certeça que as moscas usadas no Mondego ou no alto Vouga, por exemplo, se devem dar bem tambem no tramo alto do Alfusqueiro, mas nao conheço onde comprar, sem ter de ir tao longe. Este ano estou com vontade de deslocar-me mais longe a montante e pescar algo com mosca.
certeza
Boas Pingodoce,
Já vi que a próxima temporada vai ser em grande e ainda por cima em familia.
Relativamente ao carretos de dupla manivela, não vejo grande vantagem comparativamente aos que só têm uma manivela. Para dizer a verdade, tenho um carreto de dupla manivela que raramente utilizo. Prefiro os que têm só uma manivela (força do hábito).
Continuação de boas festas e um óptimo ano de 2011 para ti.
Abraço,
Obrigado pela dica. Realmente também tenho muito receio a não me adaptar a um carreto de dupla manivela. Já tive muitos carretos abertos,até um Abu Garcia fechado, mas nunca um com dupla manivela. A Shimano é a marca de topo no momento actual, e pela informação que obtive, o modelo Stradisc é muito recomendável, ademais não pretendo gastar mais do que 120 € por um molinete, porque acho não compensa. Se calhar até compro outro Xenos por 70 “aereos”. Já decidirei na altura, é pôr na mão e experimentar a recolher. Bom Natal para si também, e um abraço.
Boas!
Se alguem apanhar uma truta com a colher cor de rosa fluroscente, rendo-me!
Pingodoce, nao sei que tipo de pesca fazes, mas será mesmo preciso um carreto tão potente e pesado como o Stradic?
Que tamanho esta a pensar?
Tenho um Mitchel advocat 1000 que é mais que suficiente, pelo menos para o tipo de pesca que faço!
Abraço
Boas, Miguel. Com qualquer colher, por muito extranha que seja, e dependendo das circuntancias, se apanha uma truta; o que se passa e que no tempo que se demora…, com outra se apanha mais de uma duzia. Nunca ouviu o conto de aquele que estava encostado no bordo da ponte,por cima do rio,brincando com a colher na tona da agua a fazer ondas, no tempo que esperava pelos companheiros para ir ao carro (comportamento muito infantil, desde logo), e na brincadeira apanhou uma truta?. Pois isso, com tempo e paciencia nada e impossivel.
Em relaçao com o tipo de pesca que faço, pois comecei por volta dos 13 anos a pescar com colher num rio de montanha, naquela altura se calhar andava 30 Km, sem exagerar, ja de inicio iamos de noite andando ao rio, o meu irmao e mais eu,a uma distancia de 5 Km, depois andavamos muitos mais, comiamos no mato,e voltavamos pelas vias do comboio. Depois aprendi a pescar a mosca afogada com buldo, tecnica com a que nao e necesario andar tanto. Mais tarde estive alguns anos sem pescar pelos estudos. Finalmente durante 8 anos vivi nas Ilhas Canarias, ai estraguei-me muito fisicamente, pelo trabalho e o sedentarismo. Os ultimos anos nas Canarias andava com sindrome de abstinencia as trutas, e o que fazia era apanhar 10-15 dias de ferias em Maio para pescar na Galiza. So que ficava envergonhado, porque estava mal fisicamente e totalmente destreinado, muito longe do nivel do meu pai e do meu irmao, eles gozavam comigo quando fazia um mau lançamento, etc, etc, entre os tres sempre houve muito pique. Assim que deixei o spinning, e comecei a pescar com “vara” e linha fixa na ponta, a minhoca, bicho da cera, etc, conseguindo, por vezes, ultrapassa-los. Agora que estou ca, voltei as origens, pescar com colher, e desde o ano passado tambem com rapala.
Eu uso carretos o mais ligeiros posiveis, mas preciso de uma boa maquina para rios de grande caudal, por exemplo,na proxima temporada, e espero que nao me equivoque e seja assim, vai haver umas boas correntes para lançar a 20 minutos de Aveiro, pois o tempo da concessao de pesca desportiva do rio Vouga em Agueda,em Carvoeiro, acabou em Novembro de 2010, e ate agora nao ha noticias de ser renovado, assim que esse tramo deve ficar livre. Ademais o dono da Espingardaria Valente da Avenida ja me disse que se estao a pescar lucios no baixo Vouga,e ja vao sendo jeitosos, acredito, mais outra raçao para comprar um potente molinete.
Um abraço, e desculpas pelo comprimento da resposta
Boas,
Pessoalmente, já tirei várias trutas com a Vibrax FT com ou sem penas na ponta. É uma colher extremamente colorida, mas que tende a funcionar bem nas aberturas e com caudais fortes. Essa amostra já me rendeu várias trutas de 400 gramas e uma com mais de kilo. Básicamente, as amostras tendem a ter todas a sua utilidade, caso contrário as marcas da especialidade nem sequer as lançavam no mercado. Todas as amostras que existem hoje em dia foram préviamente testadas por especialistas e pescadores profissionais antes de aparecerem nas lojas de pesca. Obviamente, que umas são mais todo o terreno do que outras. Uma amostra com cores muito fluorescentes e cores berrantes só pode ser usada com eficácia em situações muito especificas. Não é claramente uma amostra todo o terreno.
Relativamente a carretos, acho que o fundamental é equilibrar o carreto com a cana desde logo e depois comprar uma máquina que se adapte à nossa forma de pescar e lançar. Tal como tudo o resto na pesca, não há soluções universais, nem todo o terreno. Obviamente que um carreto para o lúcio é diferente de um para as trutas de tamanho médio, tendo que ser mais resistente, mais pesado e dispor de bobinas para mais linha de pesca e de diâmetro superior. Desde logo, e perante esta situação, o importante é comprar sempre um carreto com duas bobinas para permitir ter duas linhas de diâmetro diferente á disposição. E muita atenção ás pontas de linha para os lúcios: não esqueçer de lhe meter a linha de aço, porque senão é vê-los ir embora 🙂
Abraço,